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Alison Zigulich
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Entrevistas


Jerson Luiz Pinto dos Santos - Engenheiro Agronomo e Advogado
Câmara de Agronegócio, Comércio, Indústria e Serviços de Cachoeira do Sul - Presidente da CACISC

Gestão e Desenvolvimento


DPRESS - Como você avalia o papel da CACISC atualmente?

 Jerson Santos - Como entidade de classe, aglutinando os principais setores da economia cachoeirense, como agronegócio, comércio, indústria e serviços, a CACISC tem um papel preponderante de indicar os rumos para o nosso crescimento e desenvolvimento, promovendo discussões sadias e participativas como toda a comunidade, envolvendo o poder público municipal e a sociedade civil organizada.

 

 

Quais as ações que continuam e quais estão confirmadas para 2014?

 Vamos dar andamento ao excelente trabalho que vinha sendo desenvolvido pela Presidenta Cecília Chaves e sua diretoria.

Temos o planejamento estratégico como norteador de nosso trabalho, que deve ser continuamente atualizado. Todas as demandas de interesse da economia cachoeirense serão objeto de avaliação e discussão, desde o apoio de demandas setoriais como a implantação de novas empresas e/ou atividades.

 

 

Haverá mudanças na gestão da entidade a partir dos seus projetos?

A princípio, não haverá mudanças significativas, apesar do meu maior conhecimento e envolvimento com o agronegócio. A nova diretoria e seus comitês, em nossas reuniões mensais, apontaram as demandas e as principais bandeiras da entidade. A própria economia é muito dinâmica, por isso devemos estar atentos e focar o trabalho naquilo que realmente interessa. Como exemplo cito o asfaltamento da ERS 403, que está muito demorado. Vamos continuar brigando pelo término desta obra. E agora, surge a duplicação da BR 290, no trecho entre Pantano Grande e Eldorado do Sul. Por que não aumentar este trecho a ser duplicado até o trevo com a BR 153, favorecendo Cachoeira do Sul, pois, pagamos também impostos e queremos estradas melhores. Vamos enfrentar a questão do Porto de Cachoeira e a hidrovia do Rio Jacuí discutindo a sua viabilidade.

 

 

O documento "A Cachoeira que queremos 2013-2014 - Visão para Planejamento Estratégico" foi apontada como uma prioridade. De que forma será conduzida neste ano?

Discutir internamente com os comitês e a diretoria e implementar as ações necessárias para o desenvolvimento regional. Esta é essência deste trabalho e devemos buscar sempre a sua implementação. Os temas ali colocados são muito importantes para todos nós, como o Plano Diretor, mobilidade urbana, central de projetos, parceria com todos os órgãos públicos (em todas as esferas), ativação do COMUDE-Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico, energia (termelétrica), transportes (hidrovia e ferrovia), telecomunicações, turismo, esporte e lazer. A Cachoeira que queremos deverá ser construída por todos nós. Eu questiono, por exemplo, se a qualidade da internet satisfaz a nossa demanda? Como é o sinal da telefonia móvel?  

 

 

E o Cacisc ao Meio-Dia?

É, sem dúvida, uma bela iniciativa que está trazendo excelentes resultados, pois, existe o interesse e a participação da comunidade. Vamos incentivar sempre este evento, Convidando pessoas dos mais diferentes segmentos, políticos ou não, enfatizando sempre a excelência do tema a ser abordado, do palestrante e do interesse da sociedade. Está agendado para o dia 17/04/2014, no SINDILOJAS, o primeiro CACISC AO MEIO DIA com o reitor da UFSM, que trará para nós o andamento da implantação deste campus, que é um grande sonho de nossa comunidade, que está se tornando uma realidade.

 

 

Como você avalia a potencialidade de Cachoeira do Sul?

 A potencialidade de Cachoeira do Sul é muito grande e ainda não ocupamos todo o espaço regional e estadual que por direito cabe a nós. Podemos crescer em todos os setores, alavancando sobremaneira o nosso desenvolvimento. Temos plenas condições de estarmos entre as 20 maiores economias do RS, nos próximos 10 anos. Devemos focar ações no sentido de implantar e atrair  novas empresas em segmentos ainda não explorados em Cachoeira do Sul, com atividades voltadas ao pequeno empreendedor rural. O próprio beneficiamento de arroz em Cachoeira do Sul é pequeno, atingindo apenas algo em torno de 40% da produção local de arroz. Sabemos da existência de verbas federais e estaduais para diversos setores, bastando a apresentação de bons projetos e, para isso, é imprescindível uma perfeita parceria com o poder público municipal e com a demais entidades. 



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